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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013


Documentários estáticos de O Cruzeiro

Exposição apresenta parte do riquíssimo acervo da revista que se tornou uma das mais importantes do país nas décadas de 1940 e 1950
por Marco Antonio Barbosa
 
A publicação consolidou a fotoreportagem no país
Em 1928, o grupo Diários Associados lançava a revista semanal O Cruzeiro. Em pouco tempo, tornou-se uma dos mais emblemáticas  publicações da história da nossa imprensa, trazendo modernidade inédita à cobertura jornalística praticada por aqui.

A exposição Um olhar sobre O Cruzeiro: as origens do fotojornalismo no Brasil, em cartaz no Instituto Moreira Salles (RJ) até 7 de outubro, debruça-se sobre a importância da revista na consolidação do fotojornalismo nacional — nascido, pode-se dizer sem exagero, em suas páginas.
Concentrando-se nas décadas de 1940 e 1950, período considerado o mais inventivo e influente na história de revista, a mostra traz imagens produzidas por fotógrafos como Jean Manzon, Pierre Verger, Marcel Gautherot, Salomão Scliar, Indalécio Wanderley e Roberto Maia. Eles, e outros tantos profissionais, consolidaram o formato das fotorreportagens de O Cruzeiro, verdadeiros “documentários estáticos” que mostravam ao público, em imagens marcantes acompanhadas de textos curtos, ângulos inusitados e reveladores sobre assuntos de interesse público.

Fonte: http://www2.uol.com.br/historiaviva/noticias/documentarios_estaticos_de_o_cruzeiro.html



Noticia Bônus - Plantão

Morre aos 95 anos o historiador marxista Eric Hobsbawm
O intelectual influenciou gerações de historiadores e políticos em todo o mundo
Do R7, com agências internacionais


 Hobsbawm morreu no começo da manhã no hospital Royal Free de Londres, onde era tratado de uma pneumonia

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O influente historiador marxista Eric Hobsbawm, britânico de origem judaica, morreu nesta segunda-feira (1º) em Londres, aos 95 anos, confirmou sua família.
Hobsbawm morreu no começo da manhã no hospital Royal Free de Londres, onde era tratado de uma pneumonia, segundo a rede britânica BBC.
Um comunicado de sua família informou hoje que Hobsbawm deixa "não só sua mulher dos últimos 50 anos, Marlene, seus três filhos, sete netos e um bisneto, mas também seus milhares de leitores e pesquisadores no mundo todo".
Aos 95 anos, morre o intelectual marxista Eric Hobsbawm
Entre suas obras mais destacadas, que influenciaram gerações de historiadores, estão Era dos Extremos: o Breve Século XX: 1914 - 1991 e Globalização, Democracia e Terrorismo.
O intelectual, que usou os princípios do marxismo para explicar o mundo atual, publicou seu último livro em 2011, sob o título Como mudar o mundo.
Hobsbawm nasceu em Alexandria (Egito) em 1917, em uma família judia, e cresceu em Viena (Áustria) e Berlim (Alemanha) antes de se mudar para Londres em 1933, ano em que Hitler chegou ao poder na Alemanha.
O intelectual estudou na Universidade de Cambridge e em 1947 se tornou professor na universidade londrina de Birkbeck, onde colaborou durante anos até chegar a sua presidência.

Fonte: http://noticias.r7.com/internacional/noticias/morre-aos-95-anos-o-historiador-marxista-eric-hobsbawm-20121001.html




Um Facebook pré-histórico
Pesquisador britânico afirma que desenhos rupestres na Rússia e na Suécia funcionavam como uma espécie de rede social da Idade do Bronze
por Marco Antonio Barbosa
 

Compartilhar fatos do cotidiano nas redes sociais, aguardando comentários públicos, parece ser o meio de comunicação do século XXI. No entanto, um pesquisador da Universidade de Cambridge identificou dois sítios pré-históricos, do final do Mesolítico até a Era do Bronze, que parecem ser uma espécie de ancestral do Facebook.
 
Mark Sapwell trabalhou com pinturas rupestres feitas em rochedos de Zalavruga, no nordeste da Rússia, e Nämforsen, no norte da Suécia. Por meio da análise de 2.500 desenhos rupestres encontrados nesses locais, o pesquisador acredita ter identificado uma forma de comunicação ancestral entre grupos de caçadores em uma época de transição entre nomadismo e agricultura.

Segundo o estudo, divulgado pela universidade britânica, os petróglifos desses dois sítios pré-históricos eram feitos para ser vistos por outros viajantes, que comentavam as pinturas ou acrescentavam algum desenho a ela. Há imagens repetidas centenas de vezes. Para Sapwell, cada figura reproduzida corresponde a um “curtir” – recurso da rede social Facebook. Muitas vezes, esses diálogos duravam centenas ou até milhares de anos.
Fonte: http://www2.uol.com.br/historiaviva/noticias/um_facebook_pre-historico.html




Neve e contrabando ameaçam Roma

Importantes patrimônios da histórica capital italiana foram afetados recentemente por nevascas e escavações arqueológicas ilegais

A recente queda de pedaços da Fontana di Trevi (imagem) reacendeu o debate sobre o corte de verbas para a conservação dos monumentos do país
A falta de conservação fez com que pedaços da Fontana de Trevi, monumento do século XVIII, se desprendessem da frisa superior e caíssem. Restauradores e conservadores tiveram de intervir para garantir que outras peças decorativas não se soltassem da fonte, que marca o final de uma rede de aquedutos que levava água a Roma na Antiguidade.

O incidente foi minimizado pelas autoridades italianas, que culparam infiltrações causadas pelas nevascas do começo do ano. Mas o caso reacendeu a discussão sobre a falta de verbas para a preservação dos monumentos históricos no país – reduzidas com a crise econômica europeia. Especialistas apontaram a necessidade de reparar a fonte, uma obra que custaria pelo menos 200 mil euros. Dias depois, uma empresa privada se prontificou a patrocinar o restauro.

Além dos desgastes causados pela ação do tempo, o patrimônio italiano tem lidado com outro tipo de ameaça. Uma operação da polícia revelou que sítios arqueológicos próximos de Roma estão sendo escavados ilegalmente. Foram apreendidos mais de 18 mil artefatos da época dos Impérios Romano e Bizantino retirados de três escavações clandestinas, uma necrópole e uma vila romana e um santuário dos séculos IV e V a.C., até então desconhecido. Cinco pessoas foram indiciadas.

fonte: http://www2.uol.com.br/historiaviva/noticias/neve_e_contrabando_ameacam_roma.html




Moais viram fenômeno na internet
O interesse repentino pelas famosas estátuas da Ilha de Páscoa chegou até a tirar do ar site de universidade americana que escava na região

 Desde que a ilha de Páscoa, na Polinésia, foi identificada por uma expedição holandesa, em 1722, estátuas monolíticas gigantescas que ocupam toda a região intrigam pesquisadores. Chamadas de “moais”, essas peças esculpidas pelo povo rapa nui estão cercadas de mistério. Recentemente, o assunto voltou ao noticiário, com a circulação de imagens mostrando que as famosas estátuas são ainda maiores do que aparentam. Apesar de apenas suas cabeças ficarem à mostra, elas são figuras de corpo inteiro, parcialmente enterradas por causa de erosões.

Em maio deste ano, esses estudos arqueológicos ganharam uma popularidade inesperada. Um e-mail com fotos das estátuas de corpo inteiro se alastrou pela internet. O assunto gerou tanto interesse que o site do Easter Island Statue Project (EISP), da Universidade da Califórnia (UCLA), recebeu repentinamente mais de 3 milhões de acessos e chegou a sair do ar.

O curioso é que a revelação de que as estátuas têm corpo não é exatamente uma novidade para a comunidade científica – data de 1914, quando foram feitas as primeiras escavações na ilha. E uma das fotos que circulou é dos anos 1950.

fonte: http://www2.uol.com.br/historiaviva/noticias/moais_viram_fenomeno_na_internet.html





 Aproveitando a onda do Halloween
O nosso Halloween nasceu na Antiguidade
Festa do Dia das Bruxas foi criada pelos celtas há mais de 2000 anos para homenagear os espíritos de seus antepassados
por Pietro Henrique Delallibera
  Druida representado em gravura inglesa de 1676. Estudos mostram que os celtas foram os pais do Dia das Bruxas
Hoje, dia 31 de outubro, diversos países comemoram o Halloween. A festa, importada há algumas décadas dos Estados Unidos, ganha cada vez mais popularidade entre nós brasileiros e a cada ano que passa movimenta parcelas maiores do mercado. No entanto, se engana que pensa que a origem do “Dia das Bruxas” é americana: as raízes mais profundas da comemoração remontam à Antiguidade.

(Druida representado em gravura inglesa de 1676.Estudos mostram que os celtas foram pais do dia das bruxas)
Sabe-se que os primeiros a realizar uma celebração semelhante à que conhecemos hoje foram os celtas. Esse povo, que viveu há cerca de 2000 anos onde atualmente estão a Irlanda, a Inglaterra e o norte de França, comemorava o seu ano novo no dia 1º de novembro, data que marcava o fim do verão, o término da colheita e o início de um rigoroso inverno. Por conta disso, a passagem do ano era associada com o início de um período sombrio, gélido, e na noite de 31 de outubro os celtas realizavam um festival chamado Samhain (se pronuncia “sow-in”). Nesse dia, acreditava-se que a fronteira entre o mundo dos vivos e o mundo dos mortos era desfeita, e as almas dos antepassados caminhavam sobre a Terra. Era justamente nesse dia que os druidas, espécies de “feiticeiros” celtas, aproveitavam a influência dessas presenças espirituais para realizar previsões sobre o próximo ano e a colheita vindoura.
Em meados da década de 40 da era cristã, os romanos já haviam conquistado a maior parte do território celta. Pelos 400 anos seguintes, essas regiões seriam dominadas pelo império dos césares, que promovia um festival muito semelhante à tradição do Samhain, chamado Feralia. Nesse dia, sempre no final de outubro, os romanos celebravam a passagem dos mortos para a outra vida. O convívio entre os dois povos fez com que os costumes se misturassem e incorporassem elementos em comum.

fonte: http://www2.uol.com.br/historiaviva/noticias/halloween_nasceu_na_antiguidade.html


Leia mais: http://www.profleandro.com/noticias-da-historia/outubro-2012/