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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013


Noticia Bônus: Mais guerreiros para Xian
Pesquisadores chineses encontram mais uma centena de estátuas dos famosos soldados de terracota do imperador Qin Shi Huang
por Marco Antonio Barbosa
 
O contingente não para de crescer. O já impressionante exército de soldados de terracota do mausoléu do imperador Qin Shi Huang, em Xian, na China, tem ainda mais guerreiros do que se imaginava. Acabam de ser encontrados mais 110.

Conhecidos como guerreiros de Xian, os 8 mil soldados em tamanho natural foram esculpidos há mais de 2.200 anos para proteger o imperador chinês em seu mausoléu, que se estende por quilômetros, em uma série de túneis e passagens. Os novos soldados foram descobertos em escavações no monte Li, a 30 km da cidade de Xian.

As pesquisas arqueológicas feitas no local são coordenadas por She Maosheng, do Museu de Guerreiros e Cavalos de Terracota Qin Shi Huang. Os novos achados incluem 12 estátuas de cavalos de cerâmica, além de armas e ferramentas. Para Maosheng, o mais impressionante das descobertas recentes é seu estado de conservação. As relíquias ainda trazem traços do colorido da pintura original. Os arqueólogos identificaram também a localização de outros 11 guerreiros em local que ainda será escavado.

fonte: http://www2.uol.com.br/historiaviva/noticias/mais_guerreiros_para_xian.html



Leia mais: http://www.profleandro.com/noticias-da-historia/novembro-2012/

Paisagens do Brasil do século XIX
Pinturas originais do alemão Johann Moritz Rugendas são destaque na Pinacoteca do Estado de São Paulo
por Marco Antonio Barbosa
 
Muito do que se conhece das construções, dos costumes e da aparência dos habitantes do Brasil no século XIX se deve às pinturas de Johann Moritz Rugendas (1802-1858). O alemão aportou por aqui ainda na época colonial, em 1821; aos 19 anos, foi designado artista ofi cial da célebre expedição do barão Von Langsdorff , acompanhando as andanças dos exploradores pelo interior de São Paulo e Minas Gerais. Seus retratos da natureza e dos nascentes centros urbanos brasileiros se tornaram parte fundamental da iconografi a do Brasil Colônia.
 
Menos conhecido que o contemporâneo germânico, o francês Jean-Julien Deltil (1792-1853) ajudou a popularizar as pinturas de Rugendas transformando-as em painéis e papéis de parede – o mais famoso desses murais, Vistas do Brasil, também batiza a exposição que a Pinacoteca do Estado de São Paulo exibe até janeiro de 2013. As obras apresentam a visão do europeu sobre o Brasil, uma narrativa que leva em conta os aspectos do hábitat natural até os costumes de 200 anos atrás.

(venda em recife, lápis sobre prancha)
Rugendas chegou ao Brasil inspirado pelas andanças dos naturalistas Johann Baptist von Spix (1781-1826) e Carl von Martius (1794-1868), pioneiros na documentação da natureza e do estilo de vida da colônia. Antes, afinara suas habilidades no traço estudando na Academia de Artes de Munique. Reunindo-se a Langsdorff  na região norte do estado do Rio de Janeiro, Rugendas acompanhou a expedição através da serra da Mantiqueira, atingindo as cidades de Barbacena, São João del Rei, Mariana, Ouro Preto, Caeté, Sabará e Santa Luzia. Pouco antes de a caravana partir, por via fluvial, para a Amazônia, o pintor separou-se de Langsdorff ... uma decisão acertada, pois a viagem até Porto Velho (Rondônia) foi crivada de contratempos, acidentes e mortes (um dos pintores remanescentes, Adrien Taunay, morreria afogado no rio Guaporé, no Mato Grosso).

fonte: http://www2.uol.com.br/historiaviva/noticias/paisagens_do_brasil_do_seculo_xix.html




Porcelanas contam 600 anos de história
Até o fim de novembro, MASP recebe cerca de 70 peças do acervo Museu Nacional da Coreia nunca exibidas no Brasil
por Marco Antonio Barbosa
 

A  ascensão da dinastia Joseon ao poder da Coreia, um domínio que atravessou cinco séculos (1392-1910), é considerada também o marco inicial do que os especialistas chamam da “era de ouro” da cerâmica coreana. Contando muito sobre a história e as trans-formações vividas pelo país nesse extenso período, a exposição O Espectro Diverso – 600 Anos de Cerâmica Coreana, em cartaz no Museu de Arte de São Paulo, traz cerca de 70 peças cedidas pelo Museu Nacional da Coreia – várias delas remontam ao século XIV e nenhuma havia sido exposta no Brasil antes.

 
Antes de tudo funcionais, as peças de cerâmica oriental ajudam a entender também preceitos sociais, filosóficos e religiosos das sociedades que as utilizavam. Inicialmente de uso restrito às cerimônias da corte, a técnica da produção da porcelana se espalhou por todo o país. Ainda hoje, nas peças contemporâneas, encontram-se influências legadas pelo período. “É uma ocasião singular para apreciar a manifestação da beleza em seu estado mais puro, apesar da funcionalidade que as peças mostradas possam ter”, afirma Teixeira Coelho, curador do Masp.

fonte: http://www2.uol.com.br/historiaviva/noticias/porcelanas_contam_600_anos_de_historia.html



Leia mais: http://www.profleandro.com/noticias-da-historia/novembro-2012/